Arbitragem

Postado por Tiago sexta-feira, 22 de julho de 2011 0 comentários

Escalas de arbitragem pela FCF, imagens do curso de arbitragem acontecido em Balneário Camboriú no ano de 2008 e de alguns jogos em que participei.





 

Atlético de Ibirama 1x0 Caxias quarta-feira, 28 de setembro de 2011 



Assim, indo pra campo.. Ficha técnica: Atlético-IB 1 x 0 Caxias Local: Baixada, em Ibirama (SC). Data:18/09/2011 (domingo). Horário:15h30 (de Brasília). Arbitragem: Alisson Sidnei Furtado, auxilido por Helton Nunes e Tiago Nunes. Cartões amarelos: Michel (Atlético-IB), Chicão (Caxias) Gols: Adriano 26/1ºT (Atlético-IB) Atético-IB Paulo Sérgio; João Rodrigo, Jajá, Thiago Manzotti e Sílvio Bido; Dinho, Fabrício, Michel (João Vitor) e...
                                                                                                                                       Leia mais 


Estreia é estreia - 2º Jogo pelo Profissional terça-feira, 6 de setembro de 2011


Sobre a Arbitragem - Jogo tranquilo para a arbitragem, acertando os lances e se definindo bem nos lances capitais da partida, 2 pênaltis bem marcados a favor do time da casa (Atlético de Ibirama), assim como os dois cartões da partida. Ficha técnica: Atlético-IB 0 x 1 Guarani Local: Baixada, em Ibirama (SC) Data: 04/09/2011 (domingo). Horário: 15h30 (de Brasília). Arbitragem: João Fernando da Silva, auxiliado por Josué Gilberto Lamim...
                                                                                                                                      Leia mais         

Estreia é estreia - 1º Jogo pelo Profissional - domingo, 21 de agosto de 2011 

Estreia é estreia! Sim, estreia é estreia!  Bom, foi inesperado e muito rápido... Foi incrível!Jogo válido pela 1ª rodada da Série B do Campeonato Catarinense de Futebol entre Juventus (Jaraguá do Sul) X Atlético de Tubarão. Morando em Rio do Sul, e sem meio de transporte próprio pra chegar até o local da partida, tive que ir de ônibus, acordando as 4hs 30min. da manhã de domingo dia 21/08, sendo que a partida começaria as 15hs...
                                                                                                                                       Leia mais 



Quando perdemos algo ou principalmente alguém em especial...

Postado por Tiago quinta-feira, 21 de julho de 2011 3 comentários

        


                Dá uma sensação de dormência. A sensação de que tudo se move e ao mesmo tempo permanece parado. E se há uma lição que aprendi, ou estou aprendendo, é que a sensação deste momento é algo válido. É válido sentir-se dormente. Para mim foi raiva, choque, negação, é válido. Ou só aquela sensação de não sentir nada, é válido também. É válido não ter respostas nem explicações e talvez nem ter palavras. Sabe o que ajuda? É que Jesus chorou.

                Há uma história no Evangelho de João. Lázaro, um amigo de Jesus, morre e alguns dias depois, Jesus visita a aldeia de Lázaro. Todos os familiares e amigos dele estão lá, todos reunidos, e estão soluçando. Estão lamentando a perda. As irmãs de Lázaro até dizem a Jesus: “Se tivesse chegado antes, talvez isso não aconteceria.” E Jesus chega no meio dessa confusão enorme e diz... Bem, as Escrituras dizem que o espírito Dele se comove. Lá no fundo, Ele está conectado com toda essa confusão. E a Bíblia descreve com duas palavras, “Jesus chorou.” Ele sentiu toda a dor e a perda, e Ele entrou... Ele se deixou atingir pela força do momento. Você precisa ser atingido. Não pode evitar. Não pode evitar nossas reações a situações pensando que desaparecerão. Se guardarmos, ficará aqui dentro, em algum lugar. E um dia aflorará. Precisamos externalizar senão ficará trancado.

Talvez tenha perdido alguém e nunca lamentou adequadamente. Então ainda está aí escondido, está trancado aí dentro. Se o Filho de Deus externalizou, se “Jesus chorou”, “então devemos chorar também.” Há um antigo costume judaico que pratica isso de uma forma que achei profunda. Chama-se “Shiva Sentado”. Ao perder um ente querido, ou se conhece alguém que perdeu um ente querido. Você simplesmente senta, só isso, e não diz nada. Se ela quiser falar, então você fala. Se preferir o silêncio, então mantenha o silêncio.

Você e eu fazemos a escolha sobre o tipo de pessoa que somos e o tipo de pessoa que seremos. Temos a escolha de nos tornarmos amargos ou não. Há uma mulher na Bíblia chamada Naomi, que perdeu seu marido e seus filhos. E ela diz: “Não me chame mais de Naomi. Agora sou Mara”. E o nome “Mara” em hebraico significa “amarga”. Um homem chamado Jó nas Escrituras perde tudo o que tem: filhos, casas, posses, e sua esposa diz: “ Jó, ainda mantém a sua integridade? Amaldiçoe Deus e morra!” Ela fica consumida pelo amargor. E se não reconhecermos essa escolha, se um pouco de amargor entrar, tomará conta de tudo. Talvez tenha entrado há tempos, ou talvez tenha a sensação de culpa associada com:

“Se eu tivesse feito aquilo, nada teria acontecido. Se eu fosse diferente, se eu tivesse feito algo diferente.” E nos afogamos em culpa. E isso penetra, se torna parte de nós, e nem estamos cientes. Não, não deixe isso acontecer. Não deixe que aconteça. Há um salmo antigo onde o escritor fala com Deus, como em uma prece onde ele derrama a sua dor, dizendo:
“O Senhor me fez ver problemas. O Senhor me fez ver muitos problemas, muitos e amargos, mas me recuperará novamente.” (Sl 40.12-13)

É comum que uma perda, seja ela qual for, é fácil tornar importância central. É alguém que tinha e que perdeu. E há um enorme vazio no espaço que eles ocupavam, e só conseguimos pensar nisso, é que nossa vida enfoca o que não temos e esquecemos o que temos. Seu coração, meu coração... Eles se recuperarão. E nunca serão... Nossos corações nunca serão os mesmos, mas recuperará tudo. 

Que você perceba que seus sentimentos são válidos ( que você escolha tornar-se aberto e não fechado) que Deus está “Shiva Sentando” com você, presente, lamentando a sua perda, mas também recuperando. E que dessa forma possamos ter esperança.


No amor de Jesus,
Tih - Tiago Nunes...

Ser Crítico!

Postado por Tiago sábado, 2 de julho de 2011 0 comentários

Nossa formação em ser crítico, como surge?
Vivências, experiências de vida, estudo?  Sim, tudo isso contribui...
A verdade é que já passaram muitas pessoas em minha vida (acredito que na vida de vocês também), começo escrevendo sobre isso por acreditar que foram algumas dessas pessoas que contribuíram na minha formação crítica.

          Ressalto dentre essas pessoas a importância dos professores e como a maioria de nós, tive professores muito bons, outros nem tanto, mas consegui “tirar” deles pelo menos o que tinha de melhor (nem sempre, pelo menos tentei).
Um exemplo que citarei a seguir é o que aconteceu comigo e com outras pessoas acredito. Quando chegamos a uma universidade nos deparamos com algo muito maior, abre-se o nosso campo de visão, principalmente em relação ao conhecimento. E com tanta informação ao alcance, questiono como e onde começar a procurar?
Chegando ao ponto em que queria, aponto os professores os nossos guias. Através do conhecimento que eles têm, dentro de sua carga horária e matéria específica nos mostram e/ou apontam o caminho a ser seguido e através de suas experiências e próprias críticas, nos fazem refletir e criarmos nossas opiniões. Nunca saberemos tudo, isso é fato e é óbvio, mas é importante estarmos abertos para poder receber novos conhecimentos.
Observando a realidade, lendo, e discernindo o que é certo do que é errado, sabendo-se que tudo é relativo dentro do ponto de vista de cada pessoa nos tornaremos cada vez mais seres críticos.
Deixando claro que meus professores, não são apenas os da universidade como citado no exemplo, “Professor” é aquele que lhe ensina algo, pelo menos nesse caso.  E minha opinião é que todos podem lhe ensinar algo, todos passamos por diferentes fases na vida, responsabilidades se criam ou se criarão, crescemos e nos tornamos seres formadores de opiniões, criticando o que é bom e ruim, o que é certo e errado...
"Ninguém sabe tudo que não possa aprender alguma coisa e ninguém sabe tão pouco que não possa ensinar alguma coisa".
Não precisamos de diplomas para ensinar algo, é legal podermos ensinar algo de bom pra pessoas com níveis maiores, algumas coisas são meros papéis (diplomas), mas isso é às vezes...
E agora faço uma pergunta:
como podemos tornar nosso mundo um lugar melhor pra se viver?
Mas o que essa pergunta tem haver com tudo o que foi escrito acima? E respondo dizendo que tem tudo haver...
Mas aí vocês ainda pensam assim, “e lá vem ele com aquele papinho de sempre de cada um de nós fazermos a nossa parte e bla bla blá e bla bla blá”...
Bom, esse papo jamais irá mudar, a realidade é essa, todo mundo sabe o que realmente têm que ser feito não é? Parece fácil não é mesmo? Falar sim é que é fácil!
Quem sou eu pra dizer o que é certo, o que é errado o que fazer e o que não fazer?  Sou apenas um jovem professor, ou melhor, um projeto de professor que por inúmeras vezes passo o que penso aos alunos, não é questão de influência, mas apenas de mostrar o que penso, ajudando no que o aluno questionar e no que ele precisar... Sou apenas formador de opinião, assim como você, tentando mostrar e/ou apontar o caminho, fazendo as pessoas refletirem para poder agir, fazerem o que acharem o mais correto e fazerem do seu mundo um lugar melhor para se viver.

Às vezes eu viajo... 

Tiago Nunes

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